Ponte Pênsil - São VicentePassei o final de semana na casa de Márcia, em São Vicente, uma cidade de praia do litoral norte de São Paulo. A gente chegou na quinta de tarde, e conheci os pais da Márcia: Lizete e Marcio, que foram super hospitaleiros e deram uma super bem-vinda.
Essa quinta tinha acordado cedo para arrumar as coisas e deixar pronta a mala pra praia! Lavei roupa (a mão agora porque a Roberta levou seu lavaropas a seu novo apartamento, snif snif :´( ), limpei o quarto, e ás 12 foi para o mercado a falar via skype com minha flia argenta, volta em casa almocei o feijão com arroz que eu cozinhei! (a Raquel e a Márcia me ensinaram) e saímos pegando metrô até Jabaquara (aonde fica a terminal EMTU).
A viagem foi mais curta do que eu tinha pensado, menos de uma hora. A rodovia passava pela cidade Diadema aonde a Glaucia esta expondo nesses dias. A medida que íamos nos afastando de São Paulo a paisagem ia virando mais e mais verde, os morros cheios de arvores e o ar mais limpo.
Achei engraçado o nome de nosso transporte “piruá” , a Márcia falou que é uma gíria porque na verdade o nome é lotações. Pegamos varias vezes estas piruás para ir pra praia ou centro da cidade. Engraçado o jeito em que estos transportes funcionam: tem um motorista que só dirige e uma pessoa que cobra a passagem e acena pela janela gritando os transeuntes o destino da lotação (vem de “lotar”: encher de gente). Mas estou um pouco confusa, depois vi umas "locações", eu não sei mais...
A Marcia era a guia turística e ia explicando tudo pelo caminho. Quando chegamos a Márcia contou sua teoria sobre porque as casas são mais fechadas aqui do que em São Paulo: a chuva! as casas tem frentes fechados e paredes cobertas de azulejos.
Essa noite a Márcia vestida de Ale e a Ale de Márcia foram a conhecer São Vicente by night!, a vikinha (acho que se escreve assim mas não tenho certeza, um lugar de aonde se tira água), o mercado de doces (mmm), a praia –desde aonde fomos caminhando até a ponte Pênsil-, e o Parque Cultural São Vicente aonde a Márcia trabalha.
No dia seguinte Ale tinha muita vontade de ir pra praia, acordei ás 8.30 e fiquei falando e falando para acordar a Márcia –que ainda tentava dormir-. A gente tomou café de manha com o gostoso bolo de banana que Lizete fez e logo pegou ônibus com intenção de ir pra Santos. Mas a gente erro de ônibus e para evitar dar muitas voltas desceu na praia São Vicente. Aí damos alguns mergulhos na água, super gostosa!, procuramos uma barraca para deixar nossas coisas e fomos andando até a praia Gonzaga. Foram quase duas horas até voltar, e tivemos que procurar outro lugar porque outra gente tinha ocupado o nosso. Ficamos tomando o sol mais forte do dia enquanto bebíamos batida de maracujá e manga uma delicia!, e uma cervejinha de sobremesa
Recém quando a gente queria ir para casa foi que percebemos que tínhamos gastado todo nosso dinheiro, só ficavam umas poucas moedas! Assim que tivemos que voltar a pé e com as moedas compramos um doce (gordas)
Em casa a gente tomou um banho e dormiu uma soneca. Quando acordei foi que comecei a sentir minha pele, eu já tinha percebido que tinha me exposto a um sol excessivo mas não fazia idéia de quanto até que vi meu cor vermelho fogo –tipo camaron- no espelho. O triste foi que depois disso não desfrutei muito as saídas com os amigos da Márcia, não podia nem rir porque doía. Este post ficou muito longo, o tempo na praia foi super legal –excetuando minha pele ardida- e fiquei com muita vontade de voltar, Raul e Rodrigo, que estan esperando?!! Eu não vou organizar nada a gente avisa e vem!
Essa quinta tinha acordado cedo para arrumar as coisas e deixar pronta a mala pra praia! Lavei roupa (a mão agora porque a Roberta levou seu lavaropas a seu novo apartamento, snif snif :´( ), limpei o quarto, e ás 12 foi para o mercado a falar via skype com minha flia argenta, volta em casa almocei o feijão com arroz que eu cozinhei! (a Raquel e a Márcia me ensinaram) e saímos pegando metrô até Jabaquara (aonde fica a terminal EMTU).
A viagem foi mais curta do que eu tinha pensado, menos de uma hora. A rodovia passava pela cidade Diadema aonde a Glaucia esta expondo nesses dias. A medida que íamos nos afastando de São Paulo a paisagem ia virando mais e mais verde, os morros cheios de arvores e o ar mais limpo.
Achei engraçado o nome de nosso transporte “piruá” , a Márcia falou que é uma gíria porque na verdade o nome é lotações. Pegamos varias vezes estas piruás para ir pra praia ou centro da cidade. Engraçado o jeito em que estos transportes funcionam: tem um motorista que só dirige e uma pessoa que cobra a passagem e acena pela janela gritando os transeuntes o destino da lotação (vem de “lotar”: encher de gente). Mas estou um pouco confusa, depois vi umas "locações", eu não sei mais...
A Marcia era a guia turística e ia explicando tudo pelo caminho. Quando chegamos a Márcia contou sua teoria sobre porque as casas são mais fechadas aqui do que em São Paulo: a chuva! as casas tem frentes fechados e paredes cobertas de azulejos.
Essa noite a Márcia vestida de Ale e a Ale de Márcia foram a conhecer São Vicente by night!, a vikinha (acho que se escreve assim mas não tenho certeza, um lugar de aonde se tira água), o mercado de doces (mmm), a praia –desde aonde fomos caminhando até a ponte Pênsil-, e o Parque Cultural São Vicente aonde a Márcia trabalha.
No dia seguinte Ale tinha muita vontade de ir pra praia, acordei ás 8.30 e fiquei falando e falando para acordar a Márcia –que ainda tentava dormir-. A gente tomou café de manha com o gostoso bolo de banana que Lizete fez e logo pegou ônibus com intenção de ir pra Santos. Mas a gente erro de ônibus e para evitar dar muitas voltas desceu na praia São Vicente. Aí damos alguns mergulhos na água, super gostosa!, procuramos uma barraca para deixar nossas coisas e fomos andando até a praia Gonzaga. Foram quase duas horas até voltar, e tivemos que procurar outro lugar porque outra gente tinha ocupado o nosso. Ficamos tomando o sol mais forte do dia enquanto bebíamos batida de maracujá e manga uma delicia!, e uma cervejinha de sobremesa
Recém quando a gente queria ir para casa foi que percebemos que tínhamos gastado todo nosso dinheiro, só ficavam umas poucas moedas! Assim que tivemos que voltar a pé e com as moedas compramos um doce (gordas)
Em casa a gente tomou um banho e dormiu uma soneca. Quando acordei foi que comecei a sentir minha pele, eu já tinha percebido que tinha me exposto a um sol excessivo mas não fazia idéia de quanto até que vi meu cor vermelho fogo –tipo camaron- no espelho. O triste foi que depois disso não desfrutei muito as saídas com os amigos da Márcia, não podia nem rir porque doía. Este post ficou muito longo, o tempo na praia foi super legal –excetuando minha pele ardida- e fiquei com muita vontade de voltar, Raul e Rodrigo, que estan esperando?!! Eu não vou organizar nada a gente avisa e vem!

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